domingo, 25 de julho de 2010


"A minha vida é uma manta de retalhos,
recordações vindas ao acaso,
dos confins da memória,
dispersas e juntas por um único elo condutor:
Eu tê-las Vivido.
A minha vida é um desfiar de recordações".

Fevereiro de 2007

terça-feira, 25 de maio de 2010

De Partida...

Faltam-te as palavras,

Faltam-te as atitudes,

A impulsividade.

Mas o carinho está LÁ!

Por favor,

SURPREENDE-ME!

Apanha-me de surpresa,

Enlaça-me num abraço sem tempo,

Canta-me palavras de amor.

Sussura-me baixinho ao ouvido que me amas.

Quebra todas as minhas defesas.

E eu fico!


(originalmente publicado no Blog Vertentes do Olhar, 2007)

terça-feira, 9 de fevereiro de 2010

Redesenho-me


A SOLIDÃO e o SILÊNCIO
Arrastaram consigo as máscaras
que há muito se haviam colado ao meu rosto
e encobriam o meu SER mais profundo.

Redesenho-me...
Apago de mim e do meu rosto
Os traços daquela que fui
(ou pretendi ser).
Apago as rugas profundas
sulcadas pelas lágrimas,
pelas palavras ditas,
pelas que não foram ditas,
pelos gritos abafados.

Não sei como sairá o desenho final...
Anseio e Creio, acima de tudo,
que será o o mais possível aproximado do real...
E que voltarei a ter o brilho
de um eterno sorriso a florir os lábios
e a bailar no olhar,
que um dia logrou "apaziguar"
a(s)s alma(s) de quem comigo se cruzou.

quinta-feira, 18 de dezembro de 2008

Suspensa

Vivo.
Cada dia.
UM por UM.
Em busca de poesia.
Em busca de música.
Numa vida que não é a minha.
Suspensa.
Á espera de algo ou de alguém,
- não sei o quê ou quem -
Intervalando risos e lágrimas,
Gritos e Silêncios.
Procurando Sonhos.
Utopias.

sexta-feira, 14 de novembro de 2008

Canção de Embalar


E depois de tudo....

Embala-me com carinho,

sem pressas,

deixa-me aninhar no teu ombro

e repousar sobre o teu peito,

suavemente o meu rosto,

enlaça-me num abraço

sem tempo

nem regresso

Beija-me as pálpebras

com doçura,

vigia o meu sono,

Murmurando as palavras ternas

e certas

que me têm o condão

de me fazer voar

para mundos irreais (ideais)

Onde tudo é azul e verde,

música e silêncios,

risos e (doces) melancolias...



quarta-feira, 15 de outubro de 2008

Silêncio

Não te peço a lua,
nem as estrelas,
nem que lutes contra gigantes,
dragões ou moínhos de vento.
Apenas que não me deixes
neste SILÊNCIO
de pequenos gestos
ou sinais de afecto
que permitem que no meu dia-a-dia
se instale esta medonha sensação de incerteza e vazio
e que se torna mui dificil de contornar.

segunda-feira, 6 de outubro de 2008

Nas tuas mãos

É quando se perdem entre as tuas,
em trocas de afectos mil,
que as minhas mãos ganham sentido,
numa descoberta infinda de texturas...